Espaço Criando

VOCÊ cria sua realidade

Perfil      

Hipnoterapia

 

Espiritualidade

 Metafísica

Grupos
Livros
Visitas
 
BLOG
Facebook
Twitter
 
 
Contato
 

 

 

 
 
A confiança necessária
O sistema que somos
Um Curumim...
Pensa em Nzambi
Experiências iniciais
Tabuleiro, Guardião, Consagração

 

Através da reunião do estudo de filosofias humanas envolvendo pensamento positivo, autoajuda, mentalismo, linhas ocultistas, religiões, terapias alternativas, etc., chegamos ao Século 21 munidos de todas as ferramentas necessárias para sermos felizes e realizados. E o elemento comum a toda denominação é o Eu. Não o egóico (o conjunto de eus que aprendemos a representar em nossa cultura/sociedade). Mas o Real, que tão pouco conhecemos (ainda).

 

Partindo dos estudos relativos ao 'Material Seth', energia não física canalizada por Jane Roberts, cujas ideias movimentaram -  nas décadas de 1960, 70 e 80 - uma vasta abrangência de conhecimentos espiritualistas não atados a uma religião específica, embrenhando-nos por alguns dos conceitos explorados por autores que beberam da fonte Sethiniana e desembarcando num mundo não novo, mas recém-descoberto em função dos estudos e práticas realizados, deparamo-nos com um poder pessoal que sempre foi nosso, bastando apenas o encetar da viagem a fim de descobrirmos que ninguém é dono de um conceito, representando apenas o papel de canal através do qual a mensagem é divulgada.

 

Os que vieram após Seth, beberam de sua fonte. Entre eles, além dos escritores que não declaram energias não físicas como co-autores de seus trabalhos (como Richard Bach, Neale Donald Walsch, etc), os que mais recebem visibilidade são os chamados Abraham (grupo de entidades não físicas, canalizados pela norte-americana Esther Hicks), em função da simplicidade e amorosidade - ao menos no início do trabalho, nos idos de 1984 - e, infelizmente, repetitividade dos temas discutidos e das respostas, dadas paciente e e sistematicamente.  

 

Ao estudarmos o trabalho que vem sendo produzido da década de 50 para os dias atuais, é possível percebermos uma ampliação sobre o tema espiritualidade, onde o poder - antes creditado apenas a um Deus desconhecido - tem sido mais e mais reconhecido como um poder humano, capaz - quando trabalhado - de promover aperfeiçoamentos na qualidade de vida e até curas de males para os quais a ciencia dos seres humanos não consegue resposta.

 

Uma vez uma pessoa me passou um ditado que dizia "um dia, a ciência vai chegar no topo da montanha e, ao chegar, vai descobrir que a espiritualidade esteve sentada ali o tempo todo".

 

Essa progressão dos estudos espiritualistas está nos aproximando dessa montanha, dando-nos a possibilidade de descobrirmos a espiritualidade antes mesmo de chegarmos ao topo da montanha.

Junto com a mudança pela qual toda a sociedade passa, também nos cultos tradicionalistas vemos mudanças, comportamentos que os mais tradicionais chamam de mistura de credos, de práticas. Embora tenhamos a tendência de menosprezar a forma que toma os credos que apresentam semelhanças com outros é bom que também permitamos a inclinação natural que nos leva a perceber que estamos, enfim, chegando a um consenso e que, mesmo que demore ainda mais tempo, todo esse aparente desequilíbrio está nos levando a um equilíbrio mais que perfeito (na visão mais estreita) e ansiado.

 

Os Estados Unidos é ainda o país do qual mais recebemos influencia cultural e, não à toa, ao discutirmos uma espiritualidade mais moderna, é comum que nos voltemos mais para o material produzido nesse país, fugindo um pouco da espiritualidade praticada e conhecida no Brasil, tão voltada para temas corriqueiros envolvendo relacionamentos pessoais e afetivos e/ou situação financeira individual. Mais afoita, mais ousada, o conjunto do trabalho produzido pela chamada espiritualidade norte-americana nos aguça os sentidos de maneira especial por  propiciar-nos abordagens sobre temas mais universais ainda relacionados à existencia humana.

 

Dos chamados espíritos mediunizados no Brasil, talvez Ramatís seja o que melhor representa esse filão mais ousado, embora tenhamos que levar o médium em consideração a fim de exercermos a percepção sobre o tema aborda, já que na defesa, ou ataque, de alguns assuntos a maneira diverge, as opiniões expressas acabam se descontradizendo.

 

Isso nos leva a perceber a influencia do médium na mensagem, o que Seth se referia como "pureza do canal", uma faculdade desenvolvida pelo humano para se comunicar com personas de frequências energéticas mais altas (não melhores, mas mais altas que as nossas em termos de suportar campos de realidades). E a partir dessa percepção é possível ampliarmos nosso próprio campo de visão em relação a 'ao que é mediunidade'. E a conclusão pode ser: sobre mediunidade ainda não entendemos nada, já que formamos uma ideia engessada tomando por base a sistematização de Kardec e seguimos com ela dando origem a todo tipo de distorção que só faz ampliar nosso estado de dependência espiritual - embora daí não advenha apenas negatividade.

 

De qualquer forma, estamos nos ampliando. E embora essa ampliação possa estar acontecendo a apenas algumas pessoas, ela é real. E é para esse futuro que estamos nos encaminhando, de maneira que podemos não chegar aonde a religião está, mas perceber que já estamos onde ela está, de onde nunca - nem os seculares, nem os espiritualistas ou religiosos - saíram.

 

Fui criada em um meio em que era comum ver pessoas entrando em contato com energias não físicas. No Brasil esse fenômeno é comum nas religiões/círculos espirituais conhecidos como candomblé, umbanda, kardecismo, entre outras. 

Existem muitas maneiras de entrar em contato com energias não físicas. Psicografia, incorporações, irradiação, Psicofonia, canalização...os nomes são muitos, as finalidades divergem, mas o fenômeno é real. 

Não sei que tipo de fenômeno é esse, duvido que muitos saibam. Não sei com quem estamos entrando em contato, se com outros sempre, se com uma parte multidimensional nossa mesmo, se esse é apenas um fenômeno psíquico destinado a alguns. Mas  comecei a estudar esse fenômeno e quanto mais estudo, mais dúvidas tenho. Encontro uma verdade aqui para encontrar duas dúvidas ali. E não acredito que homens simples como eu possam ter a resposta. Se alguém tem a resposta, a resposta é moldada por suas próprias crenças, não necessariamente por uma realidade isolada de quem a pessoa é, pois, ao final, o que é a vida senão a realidade de cada um a partir da experiência de cada um?  

Fato é que tudo está à mão, bastando usarmos o método mais apropriado - para cada um, pois não "o método" certo, apenas aquele que produz um resultado mais adequado de acordo com nossas necessidades no momento em que estamos vivendo. E nesta seção do site procuro colocar textos meus, textos traduzidos de outros autores, material que possa nos conduzir de maneira qualitativa ao longo de nossa jornada pessoal. Assim vamos caminhando com a ampliação que não para de ocorrer.